quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

A ENVOLTÓRIA...





As fachadas do EDIFÍCIO foram trabalhadas de modo a trazer dinamismo a ARQUITETURA, com acabamentos e PROTEÇÕES SOLARES de  tipos diferentes, o hall dos elevadores são marcados por acabamento branco, as proteções contra insolação estão intercaladas entre BRISES HORIZONTAIS e chapa metálica PERFURADA COLORIDA, criando um destaque no entorno inserido de grande impacto visual, na intenção de se tornar um MARCO para a CIDADE.

A LINGUAGEM...

Rua de vivência

A RUA DE VIVÊNCIA localizada  a direita do edifício deve ser um espaço de INTEGRAÇÃO, ACOLHEDOR para se tormar um CAFÉ, fazer COMPRAS, ler um JORNAL e ter uma boa CONVERSA ENTRE AMIGOS. Para isso deve dispor de uma AMBIENTAÇÃO apropiada  com  decks de madeira delimitando a área das mesas, um paisagismo
 através de FONTES DE ÁGUA que escorregarão pelas paredes propiciando uma sensação de relaxamento e tranquilidade. Dentro do edifício deve ser trabalhado um HALL que dará acesso as lojas, escritórios, com um elevador panorâmico de USO PÚBLICO. As entradas principais do Edifício ser marcada por PALMEIRAS imperiais e FONTE DE ÁGUA para valorizar os ACESSOS, o caminho que deverá ser feito pelos  os USUÁRIOS receberá mesma paginanação de piso, buscando INTERLIGAR o exterior do edifício ao hall de chegada, com assentos que também possibilitem a INTEGRAÇÃO entre os usuários.

Entrada Leste da Rua de Vivência


Entrada Leste marcada por Queda D'agua na parede
Hall central do Edifício com elevadores panorâmicos


Entrada Oeste marcada com Palmeiras Imperiais

Definição da envoltória


  A Envoltória do edifício recebeu vários ensaios até se chegar a uma solução ideal para a edificação, buscando trabalhar estética, conforto térmico..., não deixando de lado os usuários do local.


ESTUDO SOLAR SOLSTÍCIO DE INVERNO

O Edifício durante o inverno recebe grande insolação na fachada norte, assim  na fachada oeste, sendo assim foi pensado em sistemas de proteções solares composta por brises e chapa metálica perfurada a fim de proteger contra insolação e causar impacto ao visual ao transeunte, outra providencia tomada foi posicionar os halls do elevadores e escadas para fachada leste/oeste, evitando que alguns espaços receba insolação direta.

domingo, 4 de dezembro de 2011

Estudo de Ventilação

O estudo de ventilação feito no Vasari, mostra que a volumetria do edifício promove ventilção cruzada através das aberturas situadas na arquitetura, seu vão central gera efeito chaminé , oferecendo conforto térmico ao usuário, sua implatação promove um corredor de ventilção em uma das laterais da edificação, não gerando um bloqueio de correntes de ventos.

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Espaços Públicos



Eventos acontecendo: bate papo / descanso / café na calçada

Palmeiras imperiais marcando entrada do edifício

Espaços para exposições ao ar livre
Pista de skate para diversão


Planta Baixa Paisagismo Inicial
Os espaços do terreo foi pensado de maneira que todas as faixas etárias possam usufruir, espaços que interligam a cidade ao edifício e que tenham usos comuns, buscano trazer diversidade de eventos para o local como: descanso, bate papo, alimentação, contemplação, diversão, caminhos. Uma das entradas principais será marcada por palmeiras imperiais, trazendo monumentalidade ao edifício.




Planta Baixa Paisagismo Modificada

terça-feira, 25 de outubro de 2011


Uma das salas comerciais do edifício irá abrigar uma agência de viagem, conforme a maquete feita por nós, o layout é formado por uma recepção com duas poltronas Le Corbusier, uma sala de reuniões para apresentação de roteiros para grandes grupos, três cabines para os atendentes, uma mesa para gerência e um balcão para recepcionista, assim como uma pequena copa, buscando trazer algo de diferente para esse projeto, optamos por plotar uma vista da Baia de Vitória a fim de valorizar nossos marcos visuais.O  piso é  em carpete vermelho para propor um ambiente de status, na recepção vai conter um painel touch screen para auxiliar o cliente na escolha de um roteiro de viagens, outro atrativo da recepçao é um globo giratório com o mapa mundi,  para compor o espaço os móveis são em acrílico dando uma leveza ao local.

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Projeto

Museu Judaico de Berlim


" O nascimento do projeto
É só uma etapa,
Que vem depois da intenção da forma,
Que vem depois da escolha do partido, 
Que vem depois do conceito."

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Ocupações do Edifício Híbrido


Implantação sem escala
  
              A implatação do Edifício no terreno foi proposta no intuito de permitir uma conexão com o entorno, buscando interagir o usuario com o local, sua maior ocupação é feita por salas comercias, que devido a volumetria do projeto terá plantas com tipologias diferentes em cada pavimento do edifício. O atrio central ira fazer com que toda circulação horizontal do edifício tenha ventilação e iluminação natural.


Vista Lateral Sul

Planta Baixa 3º Pavimento


Planta Baixa 6º pavimento

Planta 9º pavimento



 

 

terça-feira, 20 de setembro de 2011

Nossas referências Arquitetônicas

Ousamos trabalhar nosso edifício dentro do conceito do Desconstrutivismo, buscamos então referências arquitetônicas que nos ajudasse a formular nossa forma, e essas foram as que mais nos troxeram inspiração.

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Surgimento da Forma

Primeira Volumetria
Segunda Volumetria
Quarta Volumetria
Terceira Volumetria


Quinta Volumetria
Quinta Volumetria


 
O projeto do edifício iniciou-se com a proposta de criar uma edificação de impacto visual marcante para a região onde ele esta inserido e que valoriza-se os visuais existentes, desde então foram surgindo várias tentativas que viessem caracterizar nossas diretrizes.                                        
 Na primeira maquete a volumetria ficou com um bloco sólido que possuia avanços de formas curvas, na tentativa de deixar esse bloco menos maçante e chegamos a conclusão que isso não ficaria viavel por conta da circulação interna.Partimos então para uma segunda opção, onde cortamos esse edifício ao meio e o conectamos um ao outro por uma base maior, porém seu aspecto visual não estava harmônico, numa terceira tentativa tiramos a base e vimos que sua aparência ficou mais leve, então percebemos que eles acabaram ficamos desconectados e com espaços internos pequenos para usos, partimos então para uma quarta tentativa, tiramos a base e os juntamos de forma assimétrica, mas aí percebemos que haveria necessidade de amplia-los por conta da taxa de ocupação que ainda não havia sido completada, então paramos, pensamos e resolvemos mudar radicalmente essas idéias iniciais, começamos então pensar o que realmente queríamos e por que caminho seguiríamos, qual conceito, qual partido... e assim então chegamos numa forma que nos fez resolver todas essas nossas expectativas, uma arquitetura que tivesse característica do entorno, que valoriza-se os visuais, que tivesse um conceito, que se destaca-se do entorno, que tivesse um partido e principalmente que atende-se todo o programa para um bom funcionamento da edificação.
.

Edifício Híbrido - Maquete

MEMORIAL JUSTIFICATIVO

Maquete Física
O edifício possui características do entorno na sua forma, através dos volumes sólidos, mas com uma proposta de se destacar no local implantado, possuindo uma arquitetura fragmentada marcada por cheios e vazios que criam situações inesperadas,conceituada na arquitetura Desconstrutivista. Sua forma busca interagir a vizinhança ao edifício, liberando todo o térreo para uso público, criando conexões com a cidade através de vários programas locados e caminhos que atravessam todo o terreno. Sua ocupação maior é feita por salas comerciais que são dispostas em pavimentos com áreas verdes de vivencia, buscando assim um ambiente de trabalho mais tranqüilo e descontraído, levando o usuário a desfrutar de visuais do local. Cafés e bares se abrem para um terraço verde situado por cima do bloco de garagens, criando um ambiente para descanso e lazer. Os acessos à edificação levam a um pátio central descoberto rodeado por uma circulação coberta, por onde os transeuntes podem se deslocar através de elevadores situados no centro do pátio, esses por si, se interligam através de passarelas aos pavimentos . Os vazios do edifício propiciam uma ventilação natural por dentro da edificação, permitindo uma renovação de ar permanente.